segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O sucesso


Rodrigo Amarante da banda Los Hermanos e disse algo que é valioso numa entrevista em que o jornalista queria desfazer ou relativizar a qualidade de seu trabalho musical:
“é comum no Brasil as pessoas acharem que fazer sucesso é ruim, negativo, ‘se faz sucesso não deve ser bom’. Isso é uma ingenuidade tanto da imprensa quanto das pessoas (…) acho que é ruim para quem é fraco e tem medo de perder isso.”
Esse é seu maior medo
Realmente, o sucesso é um grande fantasma, desejamos e tememos simultaneamente. Associamos sucesso também a popularidade (e unanimidade) para validar a qualidade de nosso trabalho.
Existem trabalhos e pessoas de sucesso que não tem qualidade, pessoas de sucesso que tem qualidade, pessoas sem sucesso que tem qualidade e pessoas sem sucesso e nenhuma qualidade. Portanto, sucesso e qualidade não estão necessariamente ligados, um pode existir sem a outro.
O desafio de muitas pessoas atingirem o sucesso é exatamente esse desprendimento de poder atingir o topo ou não e mesmo assim seguir em frente.
Na maior parte das vezes as pessoas que nunca atingem o sucesso guardam uma megalomania secreta que as impede de tentar algo com ações práticas e efetivas simplesmente porque temem ter sua autoimagem idealizada corrompida.
É como o mau aluno que não estuda. Ele acha que não tem nada a perder, se tirar uma boa nota irá alegar esperteza, mas se tirar uma nota baixa dirá “eu nem estudei de verdade, não importa essa nota”. Assim somos, dissimulando nosso real desejo de ter sucesso para não correr o risco de ter imagem idealizada de si corrompida. Muitos aceitam os chamados pessoais e se escondemos atrás de uma filosofia de perdedor: “eu nem queria” ou “não é pra mim” ou “isso não tem valor”.
Sim, você queria. Não, você não conseguiu. Isso é demais para sua sensibilidade megalomaníaca que só aceita a glória?
A humildade dos que se destacam provavelmente surgiu de um raciocínio bem diverso do comum. Eles, em sua maioria, pensaram:
“eu quero chegar lá, preciso trabalhar duro, sem distrações, por muito tempo, expandindo sempre, procurando parceiros confiáveis e competentes, oferecendo algo muito bom e estando aberto à reformulações necessárias no meio do caminho”
Havia bom senso e flexibilidade em sua trajetória, não aquela soberba do tudo ou nada. A determinação surge de uma capacidade de se aplicar exaustivamente e sem desistências fáceis ao menor indício de quebra de expectativas. Além disso a dedicação de aperfeiçoamento contínuo que garanta destaque da pessoa em relação ao seu próprio desempenho e não aos outros.
Sair do limbo do desempenho mediano não é tarefa para pessoas que tem um ego frágil e suscetível à mínimos contratempos que desassosseguem sua vaidade.
As pessoas que costumam atacar pedras em quem tem sucesso (grande parte dos brasileiros) com certo desdém normalmente são aquelas que não conhecem o valor do trabalho duro e são afeitas a destruir o que os outros constroem simplesmente por despeito e inveja. Os detratores inveterados costumam ter um pensamento fantasioso de que ela teve destaque porque se deixou corromper por forças malignas. Pequenas em sua vontade de realizar algo significativo transferem seu sentimento de insignificancia criticando aqueles que alcançaram destaque. Daí surge a crítica perspicaz de Rodrigo Amarante em relação aqueles que não tentam e fazem frente a quem tentou e conseguiu destaque “as pessoas se incomodam é de a gente ter feito sucesso”.
Será que muitos que desejam alcançar o sucesso conseguem atravessar o longo e duro caminho de continuar a vida em frente mesmo que nenhum outro arroubo de glória aconteça? Qual o problema de ser um ator de uma novela só? Qual o problema de ser o ator de novela nenhuma?

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Só louco- Dorival Caymmi


Só louco!
Amou como eu amei
Só louco!
Quis o bem que eu quis...
Ah! insensato coração
Porque me fizeste sofrer
Porque de amor para entender
É preciso amar, porque...
Só louco!
Amou como eu amei
Só louco!
Quis o bem que eu quis...
Ah! insensato coração
Porque me fizeste sofrer
Porque de amor para entender
É preciso amar, porque
Só louco!
Só louco!
Só louco!
Só louco!...
Ah! insensato coração
Porque me fizeste sofrer
Porque de amor para entender
É preciso amar, porque
Só louco!
Só louco!
Só louco!
Só louco!...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Café brasil e rebu

Super clássica as unhas de hoje, passei 2 camadas de café brasil da Ludurana e 1 de Rebu da Risqué

Como perder um amor ou uma meta com dignidade


A atleta McKayla se tornou um exemplo de como administrar mal a sensação de derrota numa competição e se tornou uma piada. É muito comum esse jogo psicológico que fazemos quando desejamos muito uma coisa e não obtemos. Manipulamos nossos desejos a tal ponto que chegamos a desdenhar o desejo de ter conquistado aquela meta.
Desculpa, McKayla, você perdeu
A história de raposa e as uvas retrata bem isso.
Porque temos medo de admitir que não somos irresistíveis e capazes de tudo? Qual o grande receio que temos ao lidar com um insucesso, um fracasso ou uma frustração?
É o ego (grande) que está em jogo, aquela imagem grandiosa que seu pai e sua mãe incutiram em sua cabeça afirmando que era a criança mais especial, inteligente e capaz de toda a face da Terra. Você cresceu sendo enganado, pois ao contrário dos elogios (normalmente sem base de realidade) reforçarem sua autoestima criaram uma necessidade constante de aplausos que se tornou uma pressão sem fim ao longo da vida. Sucesso ou nada.
Será que você realmente precisa ser unanimidade e plenamente aceito em todos os ambientes que circular para ter valor pessoal? É o eleitor que necessariamente qualifica seu candidato?
Os perfeccionistas são os mais afetados por essa necessidade de obter sempre resultados positivos e dignos de aplauso. Aqueles que abrem espaço para não obter sempre o que querem ou que reconhecem que existe um longo e árduo trabalho pela frente suportam mais as frustrações. Ele reconhece que não é o centro do mundo e que outras pessoas se aplicaram mais e melhor que ele ou que pelo menos a sorte lhes bateu a porta um dia.
Quando uma pessoa almeja um parceiro amoroso e consegue um flerte ou um primeiro encontro logo cria uma expectativa fantasiosa de que bastaria o seu desejo de ter aquela pessoa para que ela cedesse aos seus encantos. Se a pessoa não insiste o resultado quase usual é um certo desprezo ressentido. A garota sai batendo o pé indignada como se o rapaz tivesse a obrigação de corresponde-la. Ela não entendeu que ele não era obrigado a gostar dela como o papai e a mamãe a fizeram acreditar.
Numa competição onde uma só uma pessoa chega primeiro ou tem uma performance de destaque não adianta fantasiar outra realidade, ou você será campeão ou não, não existe espaço para o desempate. Isso não invalida a qualidade do seu trabalho ou esforço, só denota que você não chegou em primeiro lugar.
Afirmar que aquele emprego nem era importante, aquele título era uma farsa, que aquele cara era um babaca não torna você especial. Esse pensamento tem o seguinte raciocínio implícito “eles não tiveram tempo suficiente para para ver o quanto eu sou especial, sairam perdendo”.  Notem que houve uma tentativa de subverter a lógica simplesmente para respaldar o desejo de se sobrepor com soberania, todos estavam errados, menos ela. [o drama da rejeição]
Personalidade frágeis costumam se ancorar no seu desempenho social ou em alguma habilidade como se fosse a única coisa que a define ou dá significado em sua vida. Quando uma atleta que se dedicou anos para ser campeã não consegue o seu intento ela fica integralmente abalada porque criou uma identidade única A ATLETA.
Da mesma forma uma garota(o) que acredita que só tem valor se for aceita amorosamente pelo homem que escolheu irá se sentir integralmente ofendida se for “rejeitada”. Olhando com cuidado ela não foi rejeitada, mas apenas não escolhida por uma entre tantas pessoas que poderiam escolhê-la. Desejar uma pessoa não garante que essa pessoa tenha que ser recíproca.
Se seu desejo fosse atendido o mesmo direito deveria ser concedido a todas outras pessoas, inclusive a ex-namorada do seu pai que foi deixada para que ele ficasse com sua mãe e você nascesse. Se o desejo dela de permanecer com seu pai fosse realizado como você quer ver o seu (a qualquer custo) provavelmente você não teria nascido. A vida é assim.
Portanto, você não precisa sair batendo o pé como a McKayla fez, mas simplesmente admitir que alguns dias podem ser melhores que outros e você não estará no topo, e as vezes, bem longe dele e tudo bem, a vida segue em frente.

sábado, 18 de agosto de 2012

Comprinhas de Agosto



















Compras de longa data que chegaram agora e algumas novinhas, só um comentário o esmalte é o Rosa tropical que definitivamente fica um escândalo em fotos!


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Eu me basto?!


Acho estranho quando as pessoas dizem que de bastam, que são felizes sozinhas e não precisam dos outros para se sentirem felizes, bonitas e resolvidas.
Entendo que elas querem afirmar que não são escravas da aprovação dos outros, mas questiono até isso, afinal somos seres sociais.
O outro nos define, limita ou liberta
A identidade psicológica de uma pessoa não é uma massa uniforme e estática, parece mais com uma colcha de retalhos de muitas visões que repousaram sobre ela no processo educacional e cultural. Os gênios e os crapulas são frutos de seu próprio tempo e não podemos descartar nenhuma influencia nesse sentido.
Os psicóticos vivem numa realidade criada só por eles. Esses sim vivem com total autonomia psíquica, mas totalmente desenraizada da realidade comum e se tornam incapacazes de comunicar, compartilhar e trocar experiências com os outros.
Os náufragos atestam as seqüelas do isolamento social, pois acabam sendo corrompidos pela total impossibilidade de trocar experiências e expressar sua vitalidade. Eles não existem, apenas sobrevivem. As idéias precisam de dialogo para se formatarem e mesmo o sábio na montanha tem um interlocutor em potencial.
É tão grande a necessidade de reciprocidade que os presos fechados na solitária entram em estado psicótico alucinando o diálogo com pessoas imaginárias, resquício de lembranças antigas.
Essas experiências-limites desmontam a aparente independência que muitos pregam. Normalmente os que se dizem bem com a solidão são pessoas que se viram incapazes de estabelecer conexões significativas com uma outra pessoa, criaram um desdém e converteram a solidão involuntária em discurso panfletário pseudo-realizado.
Se procurarmos no histórico pessoal veremos lances dolorosos de tentativas e erros amorosos. Tomaram um por todos e se fecharam numa racionalização maciça a ponto de convencerem a si mesmas que caminham bem sozinhas. Se apóiam em filhos, amigos ou pais velhinhos que não se permitem morrer, em última instância os gatos e cachorros (incapazes de decepcionar uma personalidade tão idealista e sensível).
Essa solidão é silenciosamente dolorosa por que falta uma intimidade específica de poder contar, ainda que isso seja um desejo irrealizável, com um comparsa emocional nos seus dias mais difíceis e nas alegrias mais profundas. Não que eu ache que devamos ter um relacionamento a qualquer custo.
Conheci uma senhora de quase 80 anos que finalmente encontrou o seu amor após dois casamentos razoáveis, ela fez questão de dificultar a abordagem do atual marido até o limite das forças, quando finamente cedeu e se descobriu, na terceira idade.
O outro nos define, limita ou liberta, cabe a nós decidir o que será… A solidão jamais será um antídoto para o sofrimento.



Extraido de : http://www.sobreavida.com.br/2012/07/19/eu-me-basto/

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Engenheiros do Hawai- Somos quem podemos ser


Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Nós
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Nós
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Rosa Queimado








Em todos os tipos de luz! Super parecido com o Please me da Mac porém o gringo é super seco.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mulheres querem ouvir a verdade será?


As histórias de pescador são clássicas, o sujeito pescou uma bota velha e diz que pegou uma truta de 30 quilos
É assim que ele se sente. Isso que você quer?
Homens são mais inclinados a mentir, em especial para as mulheres, porque são movidos a realização e desempenho.
Lembremos que esses meninos foram educados por mulheres que provavelmente não admitiam fraquezas, falhas e, estranhamente, mentiras.
Se você convive com uma mãe que exige perfeição como será que é dizer a verdade o tempo todo?
Em algum momento a verdade e a perfeição serão incompatíveis. O que a criança faz? Mente na cara dura para obter aprovação. A mãe descobre a verdade, mas costuma ser falsamente-punitiva, ela finge e até tolera, mesmo que deixe a marca da culpa e reprovação na mente dos seus garotos-de-ouro.
Já com as meninas as mães costumam ser impiedosas, e além disso elas tendem a ser mais obedientes e acabam por assumir a verdade como um lema de vida ou morte, como as suas mães.
Os meninos crescem e os hábitos não mudam, continuam querendo agradar a todos para se sentirem grandiosos. As meninas crescem e sua necessidade de viver pela verdade absoluta e não serem passadas para trás também.
Pense no encontro desses espécimes: alguém que quer agradar e ser perfeito e alguem que espera a perfeição mas não gosta de mentiras.
Me lembrei de uma história contada por uma amiga.
Ela teve um dia muito gostoso ao lado do marido, eles se amam de verdade (eu acredito), dificilmente brigam, e num certo momento da noite, enquanto ela terminava de tomar banho ele atendeu uma ligação do escritório (trabalhava com importação) e resolveu atender, já que esperava ela sair do banho. Ao vê-lo atendendo o celular ela se fechou de um jeito resoluto, nada que ele dissesse mudaria aquilo. Segundo ela, dormiram de bundinha, cada um para o seu canto. O plano original era uma transa calorosa.
Ela me confessou que se decepcionou, pois ele não privilegiou o momento a dois indo atender o telefone. na visão dele não ouve problema real, afinal ela estava ocupada.
O ponto central da questão é até que ponta ela estava realmente preocupada em ter atenção exclusiva ou fazê-lo sentir mal por ter feito algo ERRADO?
Na conversa eu disse a ela “se seu objetivo era ter o máximo de prazer e convívio com ele você conseguiu perder uma noite inteira juntos por conta de 5 minutos de distração dele”. Ela caiu em si e percebeu que seu receio de ser deixada de lado e não tolerar erros criou aquele impasse. [dor com honestidade]
Muitas mulheres fazem o mesmo, criam as arapucas que mais tarde prenderão os seus pés.
Elas pedem a verdade, mas não a toleram. Não convivem bem com os erros dos outros, não são parceiras nos fracassos apesar de dizer que são. Já ouvi de uma mulher algo assim
“se ele tivesse me contado que sua empresa entrou em falência eu teria apoiado”. Diante da minha insistência para dizer o que realmente sentiria ela confessou “acho que no fundo teria medo e olharia ele com olhos de superioridade e condenaria o fato de que ele administrou mal o dinheiro e me expôs à dificuldades financeiras”
Em quem ela estava pensando de verdade? Apenas nela e em acusar o quanto aquele homem era imprudente. Ele se sentiu confortável de abrir o jogo com ela? Claro que não, afinal não poderia expor o seu orgulho de maneira tão drástica. [o que as brigas revelam de um casal]
Se homens e mulheres não baixarem suas guardas será muito mais dificil o tal diálogo aberto que elas tanto sonham.[3 dicas]
Se você quer a verdade do seu marido seja flexível, amorosa, cautelosa nos comentários e julgamentos. Em essência coloque seu egoísmo mascarado de medo de lado e ouça a pessoa (que diz amar) de coração realmente aberto. Quem sabe ao invés de ficar preocupada em ser feita de besta você ouvirá uma verdade difícil, mas pelo menos honesta dele… Muitas vezes nos privamos do amor por causa da suposta verdade e “coisa correta a se fazer”, porque ela endurece a vida. Ao invés de conseguir um parceiro você terá um homem assustado ao seu lado e… mentiroso. [verdades duras de um casal]
Se ele errou pode colocar isso na mesa de forma leve, sem criar um campo de concentração. A maturidade de uma pessoa se revela na capacidade de seguir em frente depois de um erro que alguém cometeu. [maturidade emocional]
Brinco que em certas circunstâncias quando a necessidade obssessiva da verdade entra o amor se torna um erro. O amor passa muito mais por descaminhos do  que pelo bom e velho bom senso.

Extraído de http://www.sobreavida.com.br/2012/07/18/mulheres-querem-ouvir-a-verdade-sera/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Resposta ao Tempo- Nana Caymmi


Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho
Prá ter argumento
Mas fico sem jeito
Calado, ele ri
Ele zomba
Do quanto eu chorei
Porque sabe passar
E eu não sei
Num dia azul de verão
Sinto o vento
Há fôlhas no meu coração
É o tempo
Recordo um amor que perdi
Ele ri
Diz que somos iguais
Se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei
E gira em volta de mim
Sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro
Sozinhos
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Prá tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Prá tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, e ele não vai poder
Me esquecer
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer

Música da Semana- Trem Bala

A música escolhida para essa semana é uma canção muito linda e que fala direto ao nosso coração sobre a realidade da vida. Vamos nessa! T...